Para ir treinando

Que tal aprender a dançar a quadrilha… é só treinar os passos e correr pro arraiar.

Vamô lá: 

Primeiro as muié e os homi se alternam, formando duas fileira. Fica todo mundo se sacudindo, como se tivesse pisado no furmigueiro. Uma é começada pelas dama, a outra pelos cavalheiro. Aí o marcador (aquele que ficam dando as orde, ô cara forgado esse sô) grita “ao centro”. De mãos dadas as duas fileiras caminham para o centro. Frente a frente, todos se cumprimentam. Voltam aos lugares de costa. “Mais uma vez” e vai todo mundo de novo (esse cara deve ta de brincadeira). Pessoar se sacolejando. “Balanceio” e povo balanceando os braço naturarmente de frente ao parceiro da outra fileira. “Giro” e os cavalheiro passa a mão direita na cintura da dama que apóia a esquerda no seu ombro (já ta ficando bão). A outra mão de ambos é dada obliquamente para cima, braços estendidos. Os pares giram pela direita do cavalheiro, inclinando o tronco, ora para um lado. “Aos seu lugares” lá vai nóis se afastar de novo.

“Damas, saudação” e as moça vão pro centro segurando a saia na laterar, cumprimentam e voltam aos lugares de costa. Agora é nossa veiz, “Cavalheiros, saudação” e depois “Saudação geral”, eita nóis, lá vamos se aproximar de novo. “Grande Passeio” as fileiras juntas se emendam, formando um grande círculo. As dama tão a direita dos cavalheiro. “Segue o passeio” e todo mundo sai andando.

“Olha a Ponte”: O par da frente pára, eleva os braços internos para cima, mãos dadas, fazendo ponte. O segundo par flexiona o tronco, passa por ela e vai colocar-se na frente do primeiro e eleva os braços. Passa o terceiro sob o braço de ambos, coloca-se na frente do segundo e assim, sucessivamente, até que todos passem. Executa-se o passo no lugar durante esta figura. O braço livre balanceia ao lado do corpo.

“Caminho da Roça”: As fileiras iniciais viram-se à direita, emendam-se, formando uma só coluna. O primeiro desta, segura, com as mãos à altura dos ombros, as mãos de quem está atrás. Os demais apoiam-nas nos ombros do que está à sua frente (braços estendidos). A coluna progride, serpenteando à frente. À voz de “vem chuva”, “olha a cobra”, ou “que tempestade”, todos fazem meia volta, colocam-se como estavam e caminham em sentido contrário até que outra marcação semelhante determine nova meia volta e trajeto em sentido inverso.

“A Valsa, para terminar”

Referências: (GIFFONI, Maria Amália Corrêa. Danças folclóricas brasileiras e suas aplicações Educativas) em http://www.jangadabrasil.com.br

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