Arquivo para Maio, 2007

“Luar do Sertão”

Cantor sertanejo Zico morre no interior de SP

Cantor estava internado havia três semanas após cair de um palco. Ele fazia dupla com o irmão Zeca. Primeiro disco saiu em 1954.O cantor sertanejo Zico, que fazia dupla com Zeca, morreu no início da noite desta quarta-feira (30), em Ribeirão Preto, a 314 km de São Paulo. Antônio Bernardo da Costa tinha 76 anos e estava internado há três semanas no Hospital das Clínicas (HC), por cair de um palco durante show em Santa Rita do Passa Quatro, a 253 km da capital paulista.Zico e Zeca, irmãos de Liu e Léu e primos de Vieira e Vieirinha, iniciaram a carreira ainda meninos. O primeiro disco saiu em 1954.

Zico e Zeca

Entre as músicas mais conhecidas gravadas pela dupla está “Luar do Sertão”, “Adeus Pelé da Seleção”, “Querer Bem”, “Catira” e “Dona Jandira”, cujo sucesso a transformou em peça teatral. O corpo será velado em Itajobi, a 401 km da capital paulista, onde nasceu. 

fonte: http://g1.globo.com:80/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL44889-5605,00.html

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Pérolas da música caipira

“Morena, traiz um barde d’água pra nóis moiá o chão do salão”

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Para ir treinando

Que tal aprender a dançar a quadrilha… é só treinar os passos e correr pro arraiar.

Vamô lá: 

Primeiro as muié e os homi se alternam, formando duas fileira. Fica todo mundo se sacudindo, como se tivesse pisado no furmigueiro. Uma é começada pelas dama, a outra pelos cavalheiro. Aí o marcador (aquele que ficam dando as orde, ô cara forgado esse sô) grita “ao centro”. De mãos dadas as duas fileiras caminham para o centro. Frente a frente, todos se cumprimentam. Voltam aos lugares de costa. “Mais uma vez” e vai todo mundo de novo (esse cara deve ta de brincadeira). Pessoar se sacolejando. “Balanceio” e povo balanceando os braço naturarmente de frente ao parceiro da outra fileira. “Giro” e os cavalheiro passa a mão direita na cintura da dama que apóia a esquerda no seu ombro (já ta ficando bão). A outra mão de ambos é dada obliquamente para cima, braços estendidos. Os pares giram pela direita do cavalheiro, inclinando o tronco, ora para um lado. “Aos seu lugares” lá vai nóis se afastar de novo.

“Damas, saudação” e as moça vão pro centro segurando a saia na laterar, cumprimentam e voltam aos lugares de costa. Agora é nossa veiz, “Cavalheiros, saudação” e depois “Saudação geral”, eita nóis, lá vamos se aproximar de novo. “Grande Passeio” as fileiras juntas se emendam, formando um grande círculo. As dama tão a direita dos cavalheiro. “Segue o passeio” e todo mundo sai andando.

“Olha a Ponte”: O par da frente pára, eleva os braços internos para cima, mãos dadas, fazendo ponte. O segundo par flexiona o tronco, passa por ela e vai colocar-se na frente do primeiro e eleva os braços. Passa o terceiro sob o braço de ambos, coloca-se na frente do segundo e assim, sucessivamente, até que todos passem. Executa-se o passo no lugar durante esta figura. O braço livre balanceia ao lado do corpo.

“Caminho da Roça”: As fileiras iniciais viram-se à direita, emendam-se, formando uma só coluna. O primeiro desta, segura, com as mãos à altura dos ombros, as mãos de quem está atrás. Os demais apoiam-nas nos ombros do que está à sua frente (braços estendidos). A coluna progride, serpenteando à frente. À voz de “vem chuva”, “olha a cobra”, ou “que tempestade”, todos fazem meia volta, colocam-se como estavam e caminham em sentido contrário até que outra marcação semelhante determine nova meia volta e trajeto em sentido inverso.

“A Valsa, para terminar”

Referências: (GIFFONI, Maria Amália Corrêa. Danças folclóricas brasileiras e suas aplicações Educativas) em www.jangadabrasil.com.br

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Junho está chegando…

Maio está acabando e deixa aquele friozinho típico que antecede o inverno. Neste ano o outono está menos azul celeste e mais rigoroso. Para esquentar, uma boa pedida é o quentão ou vinho quente. De preferência em volta da fogueira, dançando quadrilha.

As festas juninas, que no interior se concentram na praça da Matriz, são tradicionalmente homenagens a santos católicos. Dia 13 de junho, o casamenteiro Santo Antônio reúne as moças solteiras (e aquelas nem tão moças assim também) em busca de marido. Além de promessas e simpatias, há até quem pule a fogueira para casar. No dia 24, o mais famoso de todos é o homenageado. Salve São João e as festas joaninas. Para fechar o mês com chave de ouro, dia 29 é dia de São Pedro (entendeu? chave – São Pedro/ São Pedro – chave).

Praça da Matriz, em Atibaia (SP)

Festa Junina na Praça da Matriz - Atibaia/SP

Festas que mesclam o cristão e o pagão, os antigos celtas, bretões, egípcios, persas, entre outros já faziam fogueiras nesse período como ritual de invocação da fertilidade para que houvesse fartura nas colheitas, foram trazidas para o Brasil pelos portugueses no século XVI e fizeram enorme sucesso.

Espalhadas em todas as regiões do país, cada uma com sua peculiaridade. Algumas hoje tem fama nacional como a de Caruauru (PE) ou Campina Grande (PB). Mas os elementos essenciais a esses festejos estão em todas, são as comidas e bebidas típicas (povo do interior adora uma festa com comida típica). E então se tem pamonha, cural, milho cozido, canjica, pipoca, paçoca, arroz doce, pinhão, batata doce, pé-de-moleque, bolo de fubá, quentão… 

“Capelinha de Melão

  é de São João

  É de cravo, é de rosa,

  é de manjericão

  São João está dormindo

  Não acorda, não.

  Acordai, acordai, acordai João”

 (Braguinha e A. Ribeiro)

 

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Da série Imagens do fim de semana – Parte I

Patos

Foto: Coisas do Interior

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Tempinho frio!

Para aqueles que, mal esfriou o tempo, já começaram a tossir, segue uma receita de xarope caseiro.

 

 

Xarope de Guaco

Deve ser feito da seguinte forma:

2 xic. de açúcar

2 xic. de água

ferver até formar uma calda grossa.

Acrescentar um chá bem concentrado de folhas frescas de guaco.

Quando o fogo estiver desligado, colocar 3 colh. sopa de conhaque para conservar o xarope.

Esse xarope é ótimo para tosses e bronquite.

 

Guaco

 

Dica: Quem quiser pode colocar um pouco de mel, mas não poderá aquecer a temperaturas superiores a 45ºC. É que acima dessa temperatura o mel perde suas propriedades ativas

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Pro meio do mato!

Final de semana chegando, hora de se entocar no meio do mato novamente! Curtir o friozinho na frente da lareira, chocolate quente e depois pizza no forninho a lenha. A diversão começa já no caminho, nas paradas em postos na beira da estrada.

Ah! Aquelas “conveniências” cheias de bugigangas. Doces de leite de tudo o que é jeito, balas que só se acham nesses lugares e pessoas animadas para terminar bem a semana.

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Por falar em chuva…

Bolinho de chuva

Bolinho de Chuva

INGREDIENTES:
3 xícaras de chá de farinha de trigo
3 ovos
4 ou 5 colheres de sopa de açúcar
1 pitada de sal
1 colher de sobremesa de fermento em pó
1/2 xícara de chá de leite mais ou menos
1/2 xícara de chá de açúcar
Canela para polvilhar

MODO DE PREPARO:

Em uma tigela coloque a farinha de trigo com os ovos ligeiramente batidos, o açúcar, a pitada de sal, o fermento. Por último, o leite, aos poucos, até dar ponto de massa mole. Coloque em óleo quente para fritar, virando os bolinhos para dourar bem. Polvilhe açúcar e canela e sirva.
Tempo : 1 hora
Rendimento : 30 unidades

 fonte: http://www.pratofeito.com.br

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Sutil diferença

Por Maria Teresa Moraes

O dia amanheceu cinza, frio e bem chuvoso na Capital, a caminho do trabalho comecei a divagar sobre como o mesmo fenômeno meteorológico é recebido de diferentes formas pelas pessoas.Essa chuvinha fina e constante que cai hoje é recebida com alegria pelos povos interioranos, principalmente na zona rural. Com ela a terra fica molhada, com aquele cheirinho tradicional de chuva, a grama fica mais verde e as gotas d´ água são muitas vezes aguardadas com ansiedade pelas pessoas, principalmente os que vivem da agricultura.

Depois que a chuva passa e o Sol aparece é possível ouvir uma sinfonia de pássaros cantando, voando e se chacoalhando para tirar a água do corpo. É comum encontrar garotos correndo pelas poças que a chuva deixou nas ruas, as mulheres lavando as calçadas e aproveitando a presença do Sol pra secar a roupa que teve de ser tirada da corda com os primeiros sinais da chuva.

Já na cidade grande a chuva e o mal tempo deixa as pessoas cinzas, com a cara amarrada, todos encolhidos em pesadas roupas de lã. A chuva por aqui é sinônimo de problema, afinal ela causa congestionamento, molha os pés de quem caminha para o trabalho, é garantia de chegar atrasado ao trabalho ou qualquer outro compromisso.

O barulho comum na cidade grande fica ainda mais evidente quando a chuva cai. Até parece que as buzinas têm o poder de acabar com a água que cai do céu. O caos é tanto que não se ouve o barulho da chuva caindo. É um tal de gente correndo pra fugir dela, as farmácias e hospitais lotam de crianças remelentas, com febre e bronquite.

Acho que os únicos que comemoram a queda da água são os ambulantes que faturam alto com a venda de sombrinha e guarda chuva.

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Relevância Social?

Deu na Folha de Cerquilho (http://www.folhadecerquilho.com.br/linksaude.htm).  Notícia importantíssima.

 Farma Cura, aberta 24h, todos os dias da semana 

Na Farma Cura tem medicamentos tradicionais, genéricos e similares a preços bem acessíveis A farma Cura, inaugurada no centro da cidade, além de arquitetura privilegiada possui, em sua estrutura interna, sala que, através de um climatizador, controla a temperatura e a umidade, garantindo a eficácia e qualidade de todos os medicamentos: os tradicionais (éticos), os genéricos e os similares.As salas de injetáveis e ambulatorial, com sistema de pressão positiva e negativa, forçam a passagem de ar por filtros que retém as bactérias e fungos, auxiliando a descontaminação dos ambientes.Num amplo espaço, estão dispostos os produtos ortopédicos, suplementos alimentares, fitoterápicos, perfumaria e cosméticos. Tudo dentro das normas da Anvisa e da Vigilância Sanitária municipal.Para o conforto das mães e bebês, a Farma Cura oferece fraldário e sala de descanso. Tem, ainda, sistema drive thrue de atendimento externo, para facilitar a vida dos clientes que preferem não sair de seus carros.A equipe Farma Cura é formada por famacêuticos, enfermeira e estagiário na área farmacêutica, para oferecer um atendimento de qualidade.Tudo funciona sob a responsabilidade do farmacêutico Ludmar Rodrigo Serrão, formado em Ciências farmacêuticas, com extensão em hematologia, farmacologia clínica e monografia em diabetes miellitus. Após vários anos de estudo, realiza o sonho de trazer, para a população de Cerquilho, uma farmácia moderna, com medicamentos e produtos ao alcance de todos.A Farma Cura tem medicamentos a preços acessíveis, que podem ser entregues em domicílio, além de convênios e promoções semanais.A Farma Cura fica na Rua Achiles Audi, 659, bem no centro de Cerquilho e atende pelos telefones 3284-4477 ou 3284-5067.

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